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Notícias de 2015

Nos EUA, apesar da moderação da atividade no curto prazo, o Federal Reserve (FED) tende a prosseguir com o ajuste de juros, gradualmente. A tendência para a atividade nos EUA é de aceleração ao longo de 2016, principalmente em decorrência das melhores condições do mercado de trabalho e do impulso vindo da queda do preço do petróleo. Já na Europa, o ritmo industrial frustrou as expectativas tanto na Zona do Euro como no Reino Unido, motivando a continuidade do afrouxo monetário na região.

 

No Brasil, a forte retração da atividade econômica reflete os exageros do passado. O setor privado e o público estão ajustando as suas contas ao mesmo tempo. O consumo real das famílias deve ter recuado 4,2% e o investimento das empresas despencado em torno de 14% no ano de 2015. Assim, a demanda doméstica caiu cerca de 5,2% em 2015. E não existe indício de melhora da atividade econômica para os próximos trimestres.

 

Em relação aos valores dos índices no ano, o INPC acumulou 11,28% no ano e o IPCA foi 10,67%. Devido ao aumento das taxas de juros de longo prazo, o IMA-B 5+ (índice composto pelas NTNBs com prazo superior a 5 anos para o vencimento) acumulou 5,71% no ano de 2015, enquanto o CDI apresentou rentabilidade acumulada de 13,23% e o índice IMA-B (composto pelas NTNBs de todos os prazos) acumulou 8,88%, com destaque positivo para as NTNBs de mais curto prazo. O IBrX apresentou retorno negativo de -3,79% em dezembro, fazendo com que o desempenho do índice no ano tenha sido de -12,41%.

 

Quanto aos investimentos da FUNEPP, parte de nossos fundos de renda fixa não conseguiram atingir seus benchmarks no ano, principalmente devido às apostas ativas dos gestores. Entretanto, em todos os outros segmentos nossos fundos e gestores conseguiram bater seus benchmarks, com destaque para o fundo multimercado (tipo hedge fund) com rentabilidade igual 20,3% no ano, enquanto o seu benchmark rendeu 16,6%. Destacamos também o nosso novo gestor de renda variável ativa, que acumulou -2,5% de agosto a dezembro enquanto sua referência de retorno apresentou -13,7% no mesmo período. Nossos fundos de investimento no exterior, estratégia que iniciamos em agosto último, também contribuíram positivamente para a performance de nossos planos com desempenho acima de 10% em apenas 5 meses.

 Apesar de as crises política e econômica se manterem no cenário, o mês de outubro foi mais tranquilo, sob a ótica de resultados no mercado financeiro, talvez revertendo parte do “exagero” a que assistimos nos meses de agosto e de setembro, sendo marcado por uma expressiva queda da volatilidade dos mercados em relação aos meses anteriores. Houve melhora nos ativos de risco nos mercados globais, que levou a uma valorização das principais moedas de países emergentes.

 

No mercado local, segue dominante a visão de queda da atividade econômica e piora da percepção da situação fiscal. Neste cenário podemos adicionar uma dinâmica inflacionária que segue pressionada, e cada vez apresenta menor expectativa de arrefecimento. O INPC já acumula 9,07% no ano e o IPCA apresenta 8,24%. As projeções do Banco Central para inflação também apresentaram deterioração, e se situam acima do centro da meta de inflação para o ano de 2016. A curva de juros nominal apresentou certa estabilidade e a curva de juros real apresentou uma queda nas taxas, com destaque para a parte longa da curva. 

 

 

Com essa queda nas taxas de juros reais de longo prazo, o IMA-B 5+ (índice composto pelas NTNBs com prazo superior a 5 anos para o vencimento) apresentou rentabilidade positiva, após 4 meses de retorno negativo no ano, sendo no mês (2,63%), acumulando 3,14% no ano, enquanto o CDI apresenta rentabilidade acumulada de 10,76% e o índice IMA-B (composto pelas NTNBs de todos os prazos) acumulou 6,15%. Nossos fundos de renda fixa acompanharam esse movimento e, de uma forma geral, apresentaram rentabilidades alinhadas aos seus benchmarks.

 

Em relação ao mercado de Renda Variável, embora as bolsas ao redor do mundo tenham se recuperado em outubro, a brasileira continuou performando pior que seus pares internacionais. Ainda assim, o volume de entrada de estrangeiros na bolsa local voltou a colaborar com o desempenho do mercado. O IBrX apresentou retorno de 1,36% em outubro, fazendo com que o desempenho do índice no ano seja de -7,42%. O nosso fundo de gestão passiva continua acompanhando o benchmark, sendo que o fundo de ações com gestão ativa atingiu 2,90% de retorno em outubro, superando fortemente a sua meta (IBrX + 3% a.a.). O fundo de ações da bolsa americana apresentou o melhor retorno mensal (9,32%) entre todas as nossas estratégias e os fundos de renda variável Global e Europa apresentaram desempenhos bastante positivos também (superando, inclusive, seus benchmarks).

Os mercados globais apresentaram volatilidade significativa em agosto devido às preocupações de que a desvalorização da moeda na China indique uma desaceleração econômica mais profunda do que o previsto, provocando fortes quedas nas bolsas de valores em todo o mundo.

 

 

No Brasil, o PIB do 2º trimestre revelou contínua contração da economia brasileira, que recuou 1,9% entre os meses de abril e junho, pior até do que as expectativas do mercado. O cenário de atividade fraca, afeta diretamente os ajustes nas contas externas e o mercado de trabalho. Em relação à politica monetária, a ata do COPOM manteve a taxa básica de juros em 14,25% ao ano.

 

Em relação aos valores dos índices no ano, o INPC já acumula 7,69% no ano e o IPCA apresenta 7,06%. Devido ao aumento das taxas de juros de longo prazo, o IMA-B 5+ (índice composto pelas NTNBs com prazo superior a 5 anos para o vencimento) apresentou novamente rentabilidade negativa no mês (-4,59%), acumulando 2,15% no ano, enquanto o CDI apresentou rentabilidade acumulada de 8,37% e o índice IMA-B (composto pelas NTNBs de todos os prazos) acumulou 4,20%. O IBrX caiu -8,25% em agosto, fazendo com que o desempenho do índice no ano ficasse em -5,74%.

 

A alta dos juros futuros provocou rentabilidade negativa nos títulos de longo prazo, o que impactou nossos fundos de renda fixa ativa, apresentando desempenho abaixo de seus benchmarks. Já na renda variável, nossa rentabilidade foi ligeiramente acima do IBrX (índice composto pelas 100 ações mais líquidas da bolsa de valores), porém ainda negativa no mês de agosto. Outra estratégia que impactou negativamente as performances foi o nosso fundo multimercado estruturado, que apesar do bom desempenho no ano, apresentou rentabilidade de -4,62% no mês de agosto, lembrando que as principais estratégias deste fundo são juros, câmbio e bolsa. Em um mês em que os principais mercados de negócios apresentaram grande volatilidade, o destaque positivo de rentabilidade da estratégia de moedas (com valorização do Dólar perante o Real) não foi suficiente para compensar o recuo das estratégias de renda variável (com realização das bolsas internacionais) e de juros (abertura substancial nos cupons de juros das NTNs-B). 

 

Ainda, durante o mês de agosto realizamos algumas alterações de estratégias, visando uma maior diversificação dos nossos investimentos e buscando maiores retornos no longo prazo. Contratamos um novo gestor especialista em renda variável, dividindo os recursos nesse segmento em dois gestores. Também incluímos dois fundos de ações internacionais: um fundo de ações globais e um fundo de ações em empresas europeias. 

 

Setembro foi um mês que constatou contínuo enfraquecimento das economias emergentes, o que levou o mercado a precificar um forte aumento no risco de crédito desses países, devido aos dados muito fracos de atividade – que resultou uma depreciação das moedas contra o dólar.

 

 

A confirmação da perda do Investment Grade do Brasil, na classificação da agência S&P, trouxe grande volatilidade para o mercado brasileiro. Além da forte alta da taxa de câmbio, chamou à atenção a abertura significativa das taxas de juros futuros, tanto nominais quanto reais.  Diante disso, as posições de risco de mercado em Renda Fixa foram bastante afetadas.

 

 

 

Apesar da perspectiva de maior inflação no futuro (as expectativas de mercado para a inflação em 2016 subiram para cerca de 6%), o Banco Central vem sinalizando que, mesmo com a forte depreciação do câmbio, não será necessária uma maior reação da política monetária, talvez porque já estejamos à beira da dominância fiscal.

 

 

Em relação aos valores dos índices no ano, o INPC já acumula 8,24% e o IPCA apresenta 7,64%. Devido ao aumento das taxas de juros de longo prazo, o IMA-B 5+ (índice composto pelas NTNBs com prazo superior a 5 anos para o vencimento) apresentou rentabilidade negativa (-1,63%) pelo quarto mês consecutivo, acumulando 0,45% no ano, enquanto o CDI apresenta rentabilidade acumulada de 9,55% e o índice IMA-B (composto pelas NTNBs de todos os prazos) acumulou 3,49%. Com essa alta de expectativa futura dos juros muito além do esperado pelo mercado, parte dos fundos de renda fixa utilizados pela FUNEPP está abaixo dos seus benchmarks em 2015, assim como a maioria dos fundos de gestão ativa no mercado.

 

 

A renda variável local também foi afetada pelos novos dados de enfraquecimento da economia brasileira, refletindo numa rentabilidade do IBrX igual a -3,11% no mês e acumulando -8,66% no ano. O nosso fundo de gestão passiva vem acompanhando o benchmark, com a performance levemente superior ao índice. Já o novo fundo de renda variável com gestão ativa  que iniciamos em agosto, entregou 0,16% de retorno em setembro, superando a meta (IBrX + 3% a.a.) nos seus dois primeiros meses de vida. Os fundos de renda variável Global e Europa apresentaram os melhores desempenhos dentre as nossas estratégias (superando, inclusive, seus benchmarks), porém o fundo de ações da bolsa americana apresentou retorno negativo, em linha com seu benchmark. Já o fundo multimercado do tipo hedge fund em que investimos, também excedeu o seu benchmark e contribuiu para a rentabilidade positiva de todos os nossos planos no mês.

 

 

Julho foi um mês de muita volatilidade. O mercado sofreu com o aumento das curvas de juros bem como pela piora do mercado de renda variável, e de forma natural isso se refletiu na desvalorização do real perante o dólar. Se não bastasse o momento mais fraco das commodities e economia doméstica fraca, ainda tivemos a revisão para baixo da meta fiscal em 2015, 2016 e 2017. Adicionalmente, os ruídos políticos aumentaram bastante após declaração do presidente da Câmara se colocando, formalmente, como oposição.

 

 

A inflação continua alta, mas as expectativas para 2015 e, principalmente, para 2016 apresentam certa estabilidade. O INPC já acumula 7,42% no ano e o IPCA apresenta 6,83%. Devido ao aumento das taxas de juros de longo prazo, o IMA-B 5+ (índice composto pelos títulos públicos indexados a inflação com prazo superior a 5 anos para o vencimento) apresentou novamente rentabilidade negativa no mês (-1,80%), acumulando 7,07% no ano, enquanto o CDI apresenta rentabilidade acumulada de 7,17% e o índice IMA-B (composto pelos títulos públicos indexados a inflação de todos os prazos) acumulou 7,55%. Com essa alta dos juros futuros provocando rentabilidade negativa nos títulos de longo prazo, nossos fundos de renda fixa ativa também sofreram esse impacto apresentando desempenho abaixo de seus benchmarks. Já na renda variável, nossa rentabilidade foi em linha com o IBrX (índice composto pelas 100 ações mais líquidas da bolsa de valores), que caiu -3,44% em julho, fazendo com que o desempenho do índice de janeiro a julho seja de apenas 2,74%. As demais estratégias, fundo multimercado estruturado e fundo de índice da bolsa norte-americana (S&P 500), apresentaram um ótimo desempenho no mês (4,43% e 3,01%, respectivamente) contribuindo muito para o desempenho total dos planos da FUNEPP.

 

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